O coração é surdo de samba, ouvinte de drama e pode se doar como a certeza da insensatez: o amor.
E quando o compasso é ligeiramente alterado, resta uma emoção verdadeira vivida de Batatinha a Cartola: a quebra da razão em um estupor rítmico, explícito gerado pelo “matreiro do improviso” dos bares marrons e desajeitados.
De lá onde a ginga é viva de convivência. (interlúdio)
E quando eu batuco em brasileiro para rememorar os sambas de lá, eu posso concluir que a síntese, mesmo em situações desfavoráveis, risca nosso peito mais forte em batuques de chocalhos explosivos, violões prolixos, cavaquinhos sapecas e bandolins à virtuose para compreendermos e respeitar a nossa verdadeira identidade cultural:
A diversidade mais complexa e unificada do mundo.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Anti-Atilado
Estar em si e só ser desde brincar sendo, só para descer cambaleando nas escadas do fazer espiral de “infinitude”.
Lamber lambido desinibido proibido: impulsivo, rebelde, louco.
Fermenta o gerar espontâneo:
Cego atuando em discórdia de atum espalhafatoso em maionese escorregando desordenadamente.
Em um confinamento dentre dentes de metal, tal que espanta a impenetrabilidade de carne, peixes, almas, indivíduos, contemplando a única presença de insetos não digeríveis: é violência estatal!
E quando somos atirados em camburões como uma mulher queimada em fogueiras medievais, chegaremos a uma hipocrisia tão real que justifica a criminalidade! Esta que justifica o mundo diabólico; estar em que justifica uma lógica injustificável!
Lamber lambido desinibido proibido: impulsivo, rebelde, louco.
Fermenta o gerar espontâneo:
Cego atuando em discórdia de atum espalhafatoso em maionese escorregando desordenadamente.
Em um confinamento dentre dentes de metal, tal que espanta a impenetrabilidade de carne, peixes, almas, indivíduos, contemplando a única presença de insetos não digeríveis: é violência estatal!
E quando somos atirados em camburões como uma mulher queimada em fogueiras medievais, chegaremos a uma hipocrisia tão real que justifica a criminalidade! Esta que justifica o mundo diabólico; estar em que justifica uma lógica injustificável!
domingo, 25 de julho de 2010
Antiquado Útil
Velho Sagaz,
Obrigado por ser meu contemporâneo compreensivo. E nas testas embrulhadas de atos, brotarão resenhas divertidas, invisíveis!
Velho Atemporal,
Seus conselhos de tamanha significância colherão a minha gratidão eterna e será recíproca em lealdade.
Velho Amigo,
Que morramos juntos no término de um cigarro esfarelado em ampulheta deitada!
Obrigado por ser meu contemporâneo compreensivo. E nas testas embrulhadas de atos, brotarão resenhas divertidas, invisíveis!
Velho Atemporal,
Seus conselhos de tamanha significância colherão a minha gratidão eterna e será recíproca em lealdade.
Velho Amigo,
Que morramos juntos no término de um cigarro esfarelado em ampulheta deitada!
domingo, 11 de julho de 2010
Pluriverso
Solo, como um sol e fico carente
Largo-me sem gravidade em um planeta enorme
Engulo buracos negros para bufar matéria
E arroto luz para agradar a significância
Eu viro oculista de meteoros desordenados
Atravesso as galáxias de vontade
Transformo a ação em imagem
Mas quanta significância atribui minha ordem?
Eu, poeira organizada,
Danço Beatles em cima de um quasar pulsante
Invento, idéia, existir, isso! Só isso?
Estou cansado de um único-verso
Hoje é hora de reinvento
Largo-me sem gravidade em um planeta enorme
Engulo buracos negros para bufar matéria
E arroto luz para agradar a significância
Eu viro oculista de meteoros desordenados
Atravesso as galáxias de vontade
Transformo a ação em imagem
Mas quanta significância atribui minha ordem?
Eu, poeira organizada,
Danço Beatles em cima de um quasar pulsante
Invento, idéia, existir, isso! Só isso?
Estou cansado de um único-verso
Hoje é hora de reinvento
terça-feira, 6 de julho de 2010
Acorda Varges!
Varges sente sua mente endefluxar. O relato de imagens em instantes fulminantes ao som de Fela Kuti o faz pensar sobre a vida e seus abstratos.
A boca dele cresce de repente e o corpo fica bobo a ponto da tua cabeça se tornar horrenda como uma imagem refratada em um vidro com curvas. Um zíper começa a brotar no seu couro cabeludo e logo fica obcecado pelo fluxo de saxofones ecoados em corredores infinitos decorados de claves musicais e rebordados de notas sapecas.
Uma queda infinita ao topo de uma serra inalcançável inverteu a gravidade e o oceano começou a evacuar o mundo chovendo para o espaço.
Caia-erguia um peso para uma força sossegada de amplitude rítmica eterna...
>harpa de interlúdio...
Acorda, Varges!
A boca dele cresce de repente e o corpo fica bobo a ponto da tua cabeça se tornar horrenda como uma imagem refratada em um vidro com curvas. Um zíper começa a brotar no seu couro cabeludo e logo fica obcecado pelo fluxo de saxofones ecoados em corredores infinitos decorados de claves musicais e rebordados de notas sapecas.
Uma queda infinita ao topo de uma serra inalcançável inverteu a gravidade e o oceano começou a evacuar o mundo chovendo para o espaço.
Caia-erguia um peso para uma força sossegada de amplitude rítmica eterna...
>harpa de interlúdio...
Acorda, Varges!
domingo, 4 de julho de 2010
Mania
Por tanto tempo procurei
Assim pra flutuar em infinitos
E agora que te encontrei
Não valho a pena
Não entendo muito bem
Afogaste-me em impulsos primitivos
Agora que já estou quase bem
Tento respeitar a pureza que tivemos
Matei-me com toda a certeza
E lhe fiz uma música meiga
Para:
Permitir, que cresça a vontade
Confluir, toda essa pureza
Usufruir e que vença a verdade
Desmentir esfinges e oráculos
Assim pra flutuar em infinitos
E agora que te encontrei
Não valho a pena
Não entendo muito bem
Afogaste-me em impulsos primitivos
Agora que já estou quase bem
Tento respeitar a pureza que tivemos
Matei-me com toda a certeza
E lhe fiz uma música meiga
Para:
Permitir, que cresça a vontade
Confluir, toda essa pureza
Usufruir e que vença a verdade
Desmentir esfinges e oráculos
Nulo, Nada, Zero
Compreendo essa passagem de tempo. Essa passagem é contada, alinhada, organizada, milimétrica, contínua, infinita, inquebrável, foto! Como posso eu andar contra essa linha, foto? De tamanha insignificância hei de sempre ser, comparado com o tempo só o momento para superar. Nestes pequenos momentos pintamos quadros moveis a cada intervalo do instante metrônomo ininterrupto e somos artistas naturalmente por representar, associar, comparar, reproduzir, imitar; foto! A todo tempo como este que acabou de passar ao escrever este parágrafo, foto, teve de existir bilhões de pensamentos para que tudo se acarretasse da melhor forma, e como as sinapses são incríveis, porem como são meramente instantâneas às vezes precisamos trabalhar filtros. Sim, filtros como pacote de informações absorvida pelo ambiente, um aprendizado verdadeiro misturado com afinidades. O filtro é essencial para garantir um fluxo desinibido e para trazer outros momentos de contato real, livre, humano. Portanto essa parte do filtro seria uma das coisas mais importantes para se debater nesses tempos feios. O filtro é como se fosse o ícone referencia, um jurado e um mago sábio ao mesmo tempo, uma consciência lúcida e construída com um cimento feito de experiência, aprendizado de evolução de espírito, retratando um mundo de possibilidades diante das influencias provocadas por magias “palavreais”. A força da palavra é esquecida pela maioria, pois associam sempre a religião e param de buscar outros significados com o lado mais fértil.
>Influenciarei o eu sensível para encontrar o caminho mais sábio para decidir minha rota para alimentar minha áurea. Preciso de alimentos para minha áurea para meu interior, minha essência o eu livre, solto, lúcido, inconformado, espírito, aprendizagem, a paz, a glória, a essência, a clarividência, o amor, o amor, o amor, o amor, o amor, amoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoa
Tudo funciona tão bem quando almoçamos esses ingredientes. Mas toda cozinha precisa de pimenta e quando chegam esses diabinhos tirados a porretões, com chifra de enxofre amarrados em chãos, as coisas começam a ficar nulas. Nula, nula, nula, meio termo, neutro, meio, nula, nula, nula, anula fora do tempo por estar nula, nula, nula, sem partido entre saia e vestido continuam nulas, nulas, nulas até não precisar mais pensar sobre estender a mão para libertários. Agora vamos sair para esquecer, vamos falar merda o tempo todo, faculdade para autômatos, não ser jamais puro. Eu não posso ser eu. Não da para ser eu. Impossível ser eu. Logo tenho que tomar posição neutra. Neutro, nula, nulo, vago, igual a/o zero, nula, ou pula e acorda para a verdadeira vida!
>Influenciarei o eu sensível para encontrar o caminho mais sábio para decidir minha rota para alimentar minha áurea. Preciso de alimentos para minha áurea para meu interior, minha essência o eu livre, solto, lúcido, inconformado, espírito, aprendizagem, a paz, a glória, a essência, a clarividência, o amor, o amor, o amor, o amor, o amor, amoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoramoa
Tudo funciona tão bem quando almoçamos esses ingredientes. Mas toda cozinha precisa de pimenta e quando chegam esses diabinhos tirados a porretões, com chifra de enxofre amarrados em chãos, as coisas começam a ficar nulas. Nula, nula, nula, meio termo, neutro, meio, nula, nula, nula, anula fora do tempo por estar nula, nula, nula, sem partido entre saia e vestido continuam nulas, nulas, nulas até não precisar mais pensar sobre estender a mão para libertários. Agora vamos sair para esquecer, vamos falar merda o tempo todo, faculdade para autômatos, não ser jamais puro. Eu não posso ser eu. Não da para ser eu. Impossível ser eu. Logo tenho que tomar posição neutra. Neutro, nula, nulo, vago, igual a/o zero, nula, ou pula e acorda para a verdadeira vida!
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Plano Portal
De volta em plano portal
Em porta plano portal
Entorta plano portal
Suporta plano portal?
Swing no plano portal
Tim Maia no plano portal
Glória no plano portal
História no plano portal
Onírico em plano portal
Intrínsecos no plano portal
Comunicativos no plano portal
Sussurro no plano portal
Contato com plano portal
Onipresente plano portal
Permite plano portal
Alimentar universo em plano portal
O verso no plano portal
Estréia em plano portal
Inverso em plano portal
Espelha dose o plano portal
Imaginativo plano portal
Instintivo plano portal
Irreal plano portal
Marginal plano portal
Em porta plano portal
Entorta plano portal
Suporta plano portal?
Swing no plano portal
Tim Maia no plano portal
Glória no plano portal
História no plano portal
Onírico em plano portal
Intrínsecos no plano portal
Comunicativos no plano portal
Sussurro no plano portal
Contato com plano portal
Onipresente plano portal
Permite plano portal
Alimentar universo em plano portal
O verso no plano portal
Estréia em plano portal
Inverso em plano portal
Espelha dose o plano portal
Imaginativo plano portal
Instintivo plano portal
Irreal plano portal
Marginal plano portal
domingo, 27 de junho de 2010
i-Mundo
Se tiver um mundo
Pode contar
Por mais que confuso
Pode contar, ou negar
Beber, secar e dissentir
Cansar, nascer, deixa fluir
Verbalizar pra consentir
Prender, chorar, pode sorrir
Se em caos, parafusos
Pode cantar
Mesmo estando imundo
Pode cantar, ou se calar
Crescer, parar pra se ouvir
Imagem pode se escutar
Limpando tudo pra brilhar
Tentar fazer e prosseguir
Se acabar o mundo
Pode soar
Mesmo o absurdo
Pode soar, ou inovar
Beber, secar e consentir
Renascer, cansar e prosseguir
Verbalizar e dissentir
Parar de ser e existir
Pode contar
Por mais que confuso
Pode contar, ou negar
Beber, secar e dissentir
Cansar, nascer, deixa fluir
Verbalizar pra consentir
Prender, chorar, pode sorrir
Se em caos, parafusos
Pode cantar
Mesmo estando imundo
Pode cantar, ou se calar
Crescer, parar pra se ouvir
Imagem pode se escutar
Limpando tudo pra brilhar
Tentar fazer e prosseguir
Se acabar o mundo
Pode soar
Mesmo o absurdo
Pode soar, ou inovar
Beber, secar e consentir
Renascer, cansar e prosseguir
Verbalizar e dissentir
Parar de ser e existir
terça-feira, 22 de junho de 2010
Efemeridade Fantasiosa
Gostaria de me afogar em tua boca comprida para provocar um empinar de suas maçãs até espremer seus olhos-parábolas a tecer um sorriso de alma braba treplicado ao meu despojar exagerado.
Adoraria correr meus lábios bobos e esbanjados entre tuas coxas rígidas e trilhar um caminho como um bandeirante corajoso; cruzando teu corpo desconhecido para marcar território com minha saliva acumulada e então depois cuspi-la em tua boca-coitera.
Amaria se permitisse a minha alma alterar teu batimento cardíaco a ponto de acelerar a rebelião do teu organismo-liquidificador jorrando sulcos em um flutuante jazer.
E com certeza, jamais a deixaria se participasse da eterna anestesia do tempo interminável de um instante mútuo; ousadia contemplando o amor e o prazer!
Adoraria correr meus lábios bobos e esbanjados entre tuas coxas rígidas e trilhar um caminho como um bandeirante corajoso; cruzando teu corpo desconhecido para marcar território com minha saliva acumulada e então depois cuspi-la em tua boca-coitera.
Amaria se permitisse a minha alma alterar teu batimento cardíaco a ponto de acelerar a rebelião do teu organismo-liquidificador jorrando sulcos em um flutuante jazer.
E com certeza, jamais a deixaria se participasse da eterna anestesia do tempo interminável de um instante mútuo; ousadia contemplando o amor e o prazer!
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Fluxo do Descarrego
Insônia de amor a arte! Insônia de viver a parte em uma torre flutuante zilfinita que só uma pipa temperada de cola e obsessão para cortar o vento e alcançar o tempo eterno fora de órbita: insônia da arte, a arte, da insônia e o mundo não dorme, e o céu muda de cor, mas não dorme e o réu não come, dorme, nem corre por estar em um purgatório uni direcionado para o inferno! Como influenciam as corujas, os lobos, as bruxas, e as macumbas aparentando ação de graças, como o despertar dos cadáveres das tumbas, dos palmares e vem zumbi, sempre acordado e livre, como um tubarão, como o nascer de dentes espontâneos ou simplesmente a cultivação de cabelos descuidados provocados por desleixo, pela falta de ego, pela demasiada falta de ego, pela falta do necessário-eco, a falta do sentido, do respaldo provocado por atitudes dubitáveis. E por toda falta de clareza misturada com espaguete estragado, fedorento e desgraçado, uma macumba mal feita, mal entendida, um feitiço escroto, escravista, miserável e ingrato como comer o prato da macumba esfomeado e difamado como o porco que nasce para engordar e ser mutilado.
É uma prisão na qual abandono. Chega de maluquice,
Adeus sua puta, maldita, fedorenta, ingrata, retardada, mau caráter, filha da puta, filha do Euzébio Belzebu, consumista e desgraçada Arte!
....
Pronto, agora estou pronto para continuar tentando.
É uma prisão na qual abandono. Chega de maluquice,
Adeus sua puta, maldita, fedorenta, ingrata, retardada, mau caráter, filha da puta, filha do Euzébio Belzebu, consumista e desgraçada Arte!
....
Pronto, agora estou pronto para continuar tentando.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Pare de Fazer Arte
Pare de fazer arte!
Pare de fazer arte, meu rapaz
Amizade a parte, pare de fazer arte
Menino moleque subindo a ladeira
Pintando o set, cachaça, piteiras
Todos os ventos o levam
Uma grande figura que enfrenta a mistura
E pensa se atura mais uma fatura
De demasiada realidade
Pare de fazer arte!
Pare de fazer arte, meu rapaz
Amizade a parte, pare de fazer arte
Ele pega a caixinha, risca o palito
Batuca com os dedos um samba infinito
Para ascender o céu, o fel e de repente vira réu
Doido por samba com ginga de bamba
Montado na trama como surdo de drama
Da demasiada realidade
Pare de fazer arte!
Pare de fazer arte, meu rapaz
Amizade a parte, pare de fazer arte
Pare de fazer arte, meu rapaz
Amizade a parte, pare de fazer arte
Menino moleque subindo a ladeira
Pintando o set, cachaça, piteiras
Todos os ventos o levam
Uma grande figura que enfrenta a mistura
E pensa se atura mais uma fatura
De demasiada realidade
Pare de fazer arte!
Pare de fazer arte, meu rapaz
Amizade a parte, pare de fazer arte
Ele pega a caixinha, risca o palito
Batuca com os dedos um samba infinito
Para ascender o céu, o fel e de repente vira réu
Doido por samba com ginga de bamba
Montado na trama como surdo de drama
Da demasiada realidade
Pare de fazer arte!
Pare de fazer arte, meu rapaz
Amizade a parte, pare de fazer arte
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Fruto Permitido
Com estas inseguranças transbordando o teu pequeno corpo e tua enorme mente, jamais achatará logo essa bobagem de vista e sempre utilizará dessas defesas breves e desnecessárias. Sendo assim, o meu gerado amor inventado invadirá tuas entranhas como a espontânea criação de tuas façanhas e ao extrair o mel de teus poros usando minha língua áspera e cítrica, poderá continuar me dando tapas de pelúcia, Desinibida! Eu, talvez, pudesse chegar consumindo e permitindo como um transformador de todas as formas inventadas em sensações de metamorfose ininterrupta, só para ameaçar tua fábula determinista; e não é assim que uma criança enxerga o mundo? Um total absurdo deslumbrante?
Por tanto, Querida, espere de mim o pior, mesmo, o óbvio, o eu - medíocre. E a tua expectativa será a prova de mais um amor míope. Aquele que necessita de uma grande lupa para perceber que estamos falando de essência, de transparência, não de aparência, não de tendência, e tudo mais que dê licença para permitir o experimento do sabor da vida mordida de maçã.
Por tanto, Querida, espere de mim o pior, mesmo, o óbvio, o eu - medíocre. E a tua expectativa será a prova de mais um amor míope. Aquele que necessita de uma grande lupa para perceber que estamos falando de essência, de transparência, não de aparência, não de tendência, e tudo mais que dê licença para permitir o experimento do sabor da vida mordida de maçã.
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Lamentável, Companheiros
Lamentável é tentar a qualquer custo atingir fora do prazo
Lamentável é dar descarga e comer a bosta que defecaste fora do vazo!
Lamentável é o soldado vestido de fraqueza, construído por fraca influencia
Lamentável é simplesmente não haver nenhuma congruência
Lamentável é o sonho de me ver sorrindo na cova; em plena copa?!
Lamentável como ainda buscam armas inúteis em arte-fatos
Lamentável é não serem homens de potencia para peitar o arraso
Lamentável é calçar minha desonra com sapatos apertados
Lamentável é uma estranha união com pessoas que julgaram palhaços!
Lamentável é persistir em tentar viver minha vida como estúpidos, abestalhados
Lamentável é tentar decepar meu rabo de lagartixa
Lamentável, por taxarem o Lamentável sem nenhuma pista!
Lamentável é apelar em tentar destruir o amor verdadeiro
Lamentável é vestir a camisa do santo e não visitar sequer o padroeiro!
Lamentável é beber toda essa hipocrisia com gula!
Lamentável é continuar em persistir agredindo ainda mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais.
Até o dia que convocarás o maldito satanás.
Eu: continuarei em paz.
Lamentável é dar descarga e comer a bosta que defecaste fora do vazo!
Lamentável é o soldado vestido de fraqueza, construído por fraca influencia
Lamentável é simplesmente não haver nenhuma congruência
Lamentável é o sonho de me ver sorrindo na cova; em plena copa?!
Lamentável como ainda buscam armas inúteis em arte-fatos
Lamentável é não serem homens de potencia para peitar o arraso
Lamentável é calçar minha desonra com sapatos apertados
Lamentável é uma estranha união com pessoas que julgaram palhaços!
Lamentável é persistir em tentar viver minha vida como estúpidos, abestalhados
Lamentável é tentar decepar meu rabo de lagartixa
Lamentável, por taxarem o Lamentável sem nenhuma pista!
Lamentável é apelar em tentar destruir o amor verdadeiro
Lamentável é vestir a camisa do santo e não visitar sequer o padroeiro!
Lamentável é beber toda essa hipocrisia com gula!
Lamentável é continuar em persistir agredindo ainda mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais e mais.
Até o dia que convocarás o maldito satanás.
Eu: continuarei em paz.
sábado, 12 de junho de 2010
Carta ao Afoito
Impostor questionador, incolor, pensante cidadão brasileiro,
Voltarei a um ufanismo cretino para estimular um amor cruel. Volto ao mundo em posição de mergulho perfeito, penetrando minha presença em tua essência como um rasgo de pele pútrida. Vou amar uma consciência delimitada por bordas tecidas em mapa e irei chamar o comum de todos os modos; padrão e, também, pararei de esculpir a terra como bola gigante e não esquecer, não esquecer: amor ao Brasil, ó meu Brasil descendo a ladeira do abismo imitado.
Ó meu Brasil irritado e calado. Ó meu Brasil corrigido no Word para ficar maiúsculo. Ó meu Brasil, caralho! País bonito da porra, meu Deus quantas paisagens quanto futebol, quanta ginga, quanta malandragem, quanto dinheiro dançando em um próspero samba emaranhado! Isso aqui ê ô, é um pouquinho de Brasil Iá Iá, Brasil que canta e é feliz e feliz! Um povo forte de raça e não tem medo de fumaça nenhuma, não, de nada! O brasileiro é guerreiro, participante de várias guerras esportivas suadas e sofridas, e, e, e, e completamente adequado a moda ocidental do carnaval! Viva o brasileiro, viva o jeitinho paga-pau brasileiro. Viva o sentimento de querer ser mais um ventríloquo do mundo. Viva gsete, goito, gota, coito, baita bunda maravilhosa!
Voltarei a um ufanismo cretino para estimular um amor cruel. Volto ao mundo em posição de mergulho perfeito, penetrando minha presença em tua essência como um rasgo de pele pútrida. Vou amar uma consciência delimitada por bordas tecidas em mapa e irei chamar o comum de todos os modos; padrão e, também, pararei de esculpir a terra como bola gigante e não esquecer, não esquecer: amor ao Brasil, ó meu Brasil descendo a ladeira do abismo imitado.
Ó meu Brasil irritado e calado. Ó meu Brasil corrigido no Word para ficar maiúsculo. Ó meu Brasil, caralho! País bonito da porra, meu Deus quantas paisagens quanto futebol, quanta ginga, quanta malandragem, quanto dinheiro dançando em um próspero samba emaranhado! Isso aqui ê ô, é um pouquinho de Brasil Iá Iá, Brasil que canta e é feliz e feliz! Um povo forte de raça e não tem medo de fumaça nenhuma, não, de nada! O brasileiro é guerreiro, participante de várias guerras esportivas suadas e sofridas, e, e, e, e completamente adequado a moda ocidental do carnaval! Viva o brasileiro, viva o jeitinho paga-pau brasileiro. Viva o sentimento de querer ser mais um ventríloquo do mundo. Viva gsete, goito, gota, coito, baita bunda maravilhosa!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
E um dos Palbos Questionou
Um dia Pablo questionou: “A rosa está nua ou só tem este vestido?”
Continuo a esperar como um beija-flor frenético em busca do néctar, do broto, da brota, do arreganho, da farsa, da malícia, do quereres, do querer, do desafio, da bruta, abrupta puta, ou da dengosa flor com espinhos de borracha destampados de amor!
Continuo a esperar como um beija-flor frenético em busca do néctar, do broto, da brota, do arreganho, da farsa, da malícia, do quereres, do querer, do desafio, da bruta, abrupta puta, ou da dengosa flor com espinhos de borracha destampados de amor!
Borbu-linhas
E da torre eu vi! Tema; teima! Não, tira-tema e queima forte sem medo da morte, pois este foguete a medrar em borbulhas de cogumelos laranja, trará um incrível desconhecido inalienável. Algo estrondoso e inimaginável como é ao se deparar com o relapso da percepção do sumiço instantâneo. Uma solidão com paredes de vegetais cobertas de camadas coesas e invulneráveis. Uma transparência por trás de uma caverna banhada de cachoeiras de sangue. Ou simplesmente a vermelhidão de uma caixa de cigarro em abstinência do fogo explosivo.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Fim dos Homens
Pois ele entrelaçou as palmas com os dedos e amorteceu o cotovelo na mesa. Tinha mãos peludas e grossas envolvidas por pulseiras de detalhes infinitos. De joelhos, pediu permissão para pedir e neste instante ascendeu a sua consciência mais acatada com esclarecida identificação de certo-errados. Fechado pelo maniqueísmo, este maldito vai continuar vivenciando poucas saídas e vai ser sempre radical com as outras aberrações espelho.
Assim, tento traçar um egoísta comum, um pseudo-clérigo, mas sem esquecer que a mente que é a pista.
Após a purificação, anoitece um alívio lúgubre para este moço de identidade capaz de enganar qualquer menininha, ou menininho para alimentar sua natureza bizarra! Ele está se sentindo o melhor cidadão do universo agora, veja como é um vira folha nato! Ele adora essa queda polarizada por elevadores instantâneos de sete mil metros. E, de repente, sai para um bar para torcer um jogo de futebol cochichado na praça, ou então sai com o amigo em seu carro de fazendeiro-metropolitano para buscar cinco putas loucas o suficiente para ter qualquer tipo de porco em cima delas em troca de animais estampados em papel pequeno, ou até mesmo compra passagens para ele e a família poderem ir para a Europa em baixa estação. E ninguém que se atreva de estragar a viagem com a não ida ao vaticano. É preciso receber a bênção do líder supremo, Papa, Pope Nazista.
E sempre, nosso amigo de vários nomes e idades terá o prazer de despertar o miraculoso e sagrado pedaço de massa encefálica onisciente, porém com seu sol e lua flutuando em piloto automático. Infelizmente foi inevitável a limitação do rótulo para esses indivíduos. Chamo-os-de-medíocres-autômatos-insensíveis. Sim! Autômato... Aquele que é preso por um ímã maldito. O ímã inibidor, Incolor, Inútil e sempre com fim. Fim para as atividades humanas! Fim para a natureza alternativa. Fim para o infinito da múltipla escolha. Inicio para o confinamento eterno da dialética não explosiva!
Welcome, Robô era !
Assim, tento traçar um egoísta comum, um pseudo-clérigo, mas sem esquecer que a mente que é a pista.
Após a purificação, anoitece um alívio lúgubre para este moço de identidade capaz de enganar qualquer menininha, ou menininho para alimentar sua natureza bizarra! Ele está se sentindo o melhor cidadão do universo agora, veja como é um vira folha nato! Ele adora essa queda polarizada por elevadores instantâneos de sete mil metros. E, de repente, sai para um bar para torcer um jogo de futebol cochichado na praça, ou então sai com o amigo em seu carro de fazendeiro-metropolitano para buscar cinco putas loucas o suficiente para ter qualquer tipo de porco em cima delas em troca de animais estampados em papel pequeno, ou até mesmo compra passagens para ele e a família poderem ir para a Europa em baixa estação. E ninguém que se atreva de estragar a viagem com a não ida ao vaticano. É preciso receber a bênção do líder supremo, Papa, Pope Nazista.
E sempre, nosso amigo de vários nomes e idades terá o prazer de despertar o miraculoso e sagrado pedaço de massa encefálica onisciente, porém com seu sol e lua flutuando em piloto automático. Infelizmente foi inevitável a limitação do rótulo para esses indivíduos. Chamo-os-de-medíocres-autômatos-insensíveis. Sim! Autômato... Aquele que é preso por um ímã maldito. O ímã inibidor, Incolor, Inútil e sempre com fim. Fim para as atividades humanas! Fim para a natureza alternativa. Fim para o infinito da múltipla escolha. Inicio para o confinamento eterno da dialética não explosiva!
Welcome, Robô era !
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Justo, e agora?
Justo, agora que a prontidão cutuca os nervos
Justo e agora tira minha peça mestra
Justo, agora amarrado em conceitos
Justo e agora a demasiada falta de apego
Justo, agora preparado para cons(c)ertos
Justo e agora isolado em torre flutuante infinita
Justo, agora espontâneo e presepeiro
Justo e agora enjoado da vida!
Justo e agora tira minha peça mestra
Justo, agora amarrado em conceitos
Justo e agora a demasiada falta de apego
Justo, agora preparado para cons(c)ertos
Justo e agora isolado em torre flutuante infinita
Justo, agora espontâneo e presepeiro
Justo e agora enjoado da vida!
Pesca-Cor
terça-feira, 8 de junho de 2010
Bad Trip
MilharesdefocasvestidasdepalitoegravataandamnacidadedeNovaYorkcombombasqueexplodememraiostriangularesvermelhosbordadosdepanosamarelosdevestidodesenhorascaipirasDestruiramcasasdesproporcionaiscomosegundoandarmaiorqueoprimeirotalvezumcaranguejodotamanhodeumcachorroestejasendoservidonamesadeumrestaurantenortecoreano.
Onipresente Sun/Sol
Solte o sol e arremesse-o para longe
Veja-o transtornando em um ultraje surdo e barulhento
[Fabricando luz, homem?
Imitando estrelas, homem?
Homem astro buscando sempre espaços
Outros iniciam universos expandidos demais
Outros espremem versos breves demais
De joelhos louvando o homem deus
De cortinas para tapar o Onipresente Sol.]
E só assim continuará preso.
Veja-o transtornando em um ultraje surdo e barulhento
[Fabricando luz, homem?
Imitando estrelas, homem?
Homem astro buscando sempre espaços
Outros iniciam universos expandidos demais
Outros espremem versos breves demais
De joelhos louvando o homem deus
De cortinas para tapar o Onipresente Sol.]
E só assim continuará preso.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Paronírico
Paranóia de luz e de muitos sons
Hei de pintar brilho nu
Hei de comer tudo
E tentastes me tirar da loucura do meu mais íntimo ser
E tentastes me jogar contra paredes;
A paranóia do onírico
É uma inexplicável razão
Inconfundível, força incrível de acreditar
E tentastes aterrar os meus dois pés no chão
E tentastes isolar o meu lado mais são
Hei de surtar o som
Hei de não parar com isso
Hei de explorar o dom
Hei de fazer feitiço
E tentastes estacionar o processo inevitável de Adão.
Hei de pintar brilho nu
Hei de comer tudo
E tentastes me tirar da loucura do meu mais íntimo ser
E tentastes me jogar contra paredes;
A paranóia do onírico
É uma inexplicável razão
Inconfundível, força incrível de acreditar
E tentastes aterrar os meus dois pés no chão
E tentastes isolar o meu lado mais são
Hei de surtar o som
Hei de não parar com isso
Hei de explorar o dom
Hei de fazer feitiço
E tentastes estacionar o processo inevitável de Adão.
domingo, 30 de maio de 2010
Livre de condição
Livre-se, livre-se, livre-se, livre-se, livre-se, livre-se, livre-se!
Livre se.... Não; Livre-se, livre-se, livre-se, livre-se, livre-se!
Livre se.... Não; Livre-se, livre-se, livre-se, livre-se, livre-se!
sábado, 29 de maio de 2010
Batuque Introspectivo
Bumbo implode, corre e torce para não escapulir
Meta nessa, mas sem a seta fica difícil concluir
Ipanema, Iracema são distantes e fáceis de distinguir
Embebeda-me mais de hipocrisia, não temos sonhos a assumir!
Agora batuca forte e marca o compasso que vem a seguir
De pessoas que fazem a diferença não só por dissentir
Estas que latejam em harmonia uma canção sem fim
De um som que foge da realidade embora em frente, acha-se em mim!
Meta nessa, mas sem a seta fica difícil concluir
Ipanema, Iracema são distantes e fáceis de distinguir
Embebeda-me mais de hipocrisia, não temos sonhos a assumir!
Agora batuca forte e marca o compasso que vem a seguir
De pessoas que fazem a diferença não só por dissentir
Estas que latejam em harmonia uma canção sem fim
De um som que foge da realidade embora em frente, acha-se em mim!
Lírtio
LÍRIO!
Lírio lítio lírio
lítio
alucinação
perdição
divindade
lírio
lírico
lírio, propínquo do estranho
arreganho
lírio, propínquo do estranho; arreganho?
A beleza dela é brutal e a ausência de espinhos cheira estranho
como cheira estranho, não cheira - por isso mesmo arreganha
brota abrupta cheiro de dor
a dor que mais parece flor indolor
A sede de brilho refrata em interlúdio de cores
Planta estátua comovente
Irreparável escultora de movimentos
repassa vida por mais de sete mil amores
cheia de rancores falta de cheiros e lembranças de dores
Cheia de elegância, colorindo temporais com a essência da fragrância
e destruindo o distúrbio da própria destruição.
- nada!
Eu-lírio ao desfrutar o paradoxo
morro de amores e de inconclusões
Morro de dores e de interrupções
erupções em minha mente e na minha confusão
- que dor!
Ereções dementes repleta de soberba, que alírio!
refaça a perplexidade de mim e me alírie
- não.
Camila Fraga e Ian Lasserre, 26 de maio de 2010.
Lírio lítio lírio
lítio
alucinação
perdição
divindade
lírio
lírico
lírio, propínquo do estranho
arreganho
lírio, propínquo do estranho; arreganho?
A beleza dela é brutal e a ausência de espinhos cheira estranho
como cheira estranho, não cheira - por isso mesmo arreganha
brota abrupta cheiro de dor
a dor que mais parece flor indolor
A sede de brilho refrata em interlúdio de cores
Planta estátua comovente
Irreparável escultora de movimentos
repassa vida por mais de sete mil amores
cheia de rancores falta de cheiros e lembranças de dores
Cheia de elegância, colorindo temporais com a essência da fragrância
e destruindo o distúrbio da própria destruição.
- nada!
Eu-lírio ao desfrutar o paradoxo
morro de amores e de inconclusões
Morro de dores e de interrupções
erupções em minha mente e na minha confusão
- que dor!
Ereções dementes repleta de soberba, que alírio!
refaça a perplexidade de mim e me alírie
- não.
Camila Fraga e Ian Lasserre, 26 de maio de 2010.
Tanto
Tempo, tempo, tempo, tempo;
Que criei um relógio na minha cabeça.
Unifiquei com uma agenda que crer na esperança
E logo depois vi o ímpeto do quanto.
Lutei contra os ponteiros que fazem a terra girar
Observei o instante desvanecer em cinzas
Unifiquei a ordem das lembranças
Cultivei a filosofia de Ounspensky
Outrora, a hora está-são?
Que criei um relógio na minha cabeça.
Unifiquei com uma agenda que crer na esperança
E logo depois vi o ímpeto do quanto.
Lutei contra os ponteiros que fazem a terra girar
Observei o instante desvanecer em cinzas
Unifiquei a ordem das lembranças
Cultivei a filosofia de Ounspensky
Outrora, a hora está-são?
Fluxo Mais
Volta e me traz aquele pensamento mais escroto. Sim, sim aquele mesmo... Você é puta da arte. Você é puta da arte. Como é fácil dialogar com um papel. Uma região é correspondida pelo mapeamento de letras que você já decorou toda a ordem, vulgo teclado. O homem é naturalmente sensível ao ambiente porque existe tanta insensibilidade? Qual o verdadeiro motivo de guardar ou preservar a essência?
Numa casa de família temos condutas
F
A
Mília
Volta e para de pular entre essas caçapas voadoras e segue simplesmente para a arte e a filosofia, por favor! Tenho que constatar esse fluxo momentâneo. Pretendo exercitar o quanto puder e extrair um dialogo, ou um ligamento comigo mesmo. O “auto-dialogo” é doloroso para mim. Ter que pensar e depois analisar minha linha de raciocínio é tão solitário e inatingível que eu tenho medo de nunca mais sair daqui. Daí, um homem senta na frente de um computador e começa a criar universos egoístas. É um fluxo, seu idiota! De novo as informações perderam completamente o controle. A concentração de homens com dedos amarelos, se é que você me entende, é uma merda, mas eu sei que existe um fluxo.
O fluxo criativo é o mundo onírico do homem. O sensível é apurado e elevado ao extra fulminantemente, apesar desse estado durar 1% da vida de um homem moderno e comum.
Será que é progressiva ou evolutiva a sensibilidade? Por que somos inibidos? A sociedade castra nossas fraquezas e oprime a verdade, a essência, e o caráter. Um sistema que lança informação inútil a rodo como esse, só pode estar brincando de desviar o despertar de alguma coisa. E quanta gente é essa, velho? Seis bilhões de indivíduos e cada um com um monte de informação desabafada em psicólogos ou ecoada em gritos de morte. É muita informação. Uma vivencia com certeza delibera energia para o universo. Para que faria sentido uma energia ser apenas queimada se não re-aproveitada? Seis bilhões de pessoas é um absurdo!
Começo a acreditar que nada mais existe. Tudo é uma ilusão provisória. Não consigo mais assimilar a realidade como um ser presente. Tenho medo de descobrir o que esta acontecendo comigo e com tudo que passa por aqui.
Numa casa de família temos condutas
F
A
Mília
Volta e para de pular entre essas caçapas voadoras e segue simplesmente para a arte e a filosofia, por favor! Tenho que constatar esse fluxo momentâneo. Pretendo exercitar o quanto puder e extrair um dialogo, ou um ligamento comigo mesmo. O “auto-dialogo” é doloroso para mim. Ter que pensar e depois analisar minha linha de raciocínio é tão solitário e inatingível que eu tenho medo de nunca mais sair daqui. Daí, um homem senta na frente de um computador e começa a criar universos egoístas. É um fluxo, seu idiota! De novo as informações perderam completamente o controle. A concentração de homens com dedos amarelos, se é que você me entende, é uma merda, mas eu sei que existe um fluxo.
O fluxo criativo é o mundo onírico do homem. O sensível é apurado e elevado ao extra fulminantemente, apesar desse estado durar 1% da vida de um homem moderno e comum.
Será que é progressiva ou evolutiva a sensibilidade? Por que somos inibidos? A sociedade castra nossas fraquezas e oprime a verdade, a essência, e o caráter. Um sistema que lança informação inútil a rodo como esse, só pode estar brincando de desviar o despertar de alguma coisa. E quanta gente é essa, velho? Seis bilhões de indivíduos e cada um com um monte de informação desabafada em psicólogos ou ecoada em gritos de morte. É muita informação. Uma vivencia com certeza delibera energia para o universo. Para que faria sentido uma energia ser apenas queimada se não re-aproveitada? Seis bilhões de pessoas é um absurdo!
Começo a acreditar que nada mais existe. Tudo é uma ilusão provisória. Não consigo mais assimilar a realidade como um ser presente. Tenho medo de descobrir o que esta acontecendo comigo e com tudo que passa por aqui.
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